Justiça Federal revoga prisão temporária de ‘Eduardo Imperador’, diz advogado.

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O juiz Luiz Régis Bomfim Filho, da 1ª Vara Federal Criminal, revogou neste sábado (23/07) a prisão temporária do empresário Eduardo José Barros Costa, preso na última quarta-feira (20/07) em uma operação da Polícia Federal (PF), que investiga suspeita de desvios Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) no Maranhão.

Eduardo estava preso no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís, e a informação foi divulgada em uma nota pública do advogado de Eduardo, que reafirmou que seu cliente é inocente.

“A prisão foi determinada apenas com base na visão unilateral do Ministério Público e da Polícia, sem que o investigado tivesse as sequer a oportunidade de esclarecer, oral e documentalmente, as apressadas conclusões que redundaram na formulação do pedido de prisão, agora revogado. Sigamos agora na forma do devido processo legal, sempre invocando o direito que a ele assiste, assim como a todo cidadão brasileiro, de ter presumida sua inocência até que sobrevenha sentença penal condenatória com trânsito em julgado”, diz a nota.

Apesar da revogação da prisão, Eduardo segue sendo investigado pela Polícia Federal, que o aponta como o líder do esquema criminoso que estaria desviando dinheiro da Codesvasf, por meio de fraudes em licitações que benecifiavam a Construservice, do qual Eduardo seria ‘sócio oculto’.

A Polícia Federal diz, ainda, que foi encontrado mais de R$ 1 milhão em uma das residências do Eduardo e que o local era aparentemente protegido por um segurança armado, supostamente um policial militar. Os detalhes sobre os supostos desvios de recursos públicos ainda estão sob sigilo.

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