Buscas entram no sexto dia e mobilizam força-tarefa para encontrar duas crianças desaparecidas em Bacabal (MA).

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Nesta sexta-feira (09/01), as buscas pelas duas crianças desaparecidas na zona rural de Bacabal, no Maranhão, continuaram pelo 6º dia consecutivo, mobilizando polícia, bombeiros, autoridades e moradores. Os irmãos Ágatha Isabelle, de 5 ou 6 anos, e Allan (ou Alan) Michael, de 4 anos, sumiram no último domingo (04/01), enquanto brincavam em mata próxima ao povoado quilombola São Sebastião dos Pretos.

Desde então, uma força-tarefa com helicópteros, drones com câmeras térmicas, cães farejadores e equipes especializadas vem vasculhando áreas de difícil acesso na mata fechada, com perímetros traçados a partir de indícios e denúncias. Há registro de roupas e uma sandália encontradas nas imediações, mas ainda sem confirmação de que pertençam às crianças desaparecidas.

Um primo deles, Anderson Kauan, de 8 anos, que também havia sumido no mesmo dia, foi encontrado com vida na quarta-feira (07/01), por um carroceiro a cerca de quatro quilômetros do ponto inicial, em área de matagal. Ele estava debilitado e sem roupas, pediu água e conseguiu dizer apenas que os primos estariam “mais à frente”, mas isso ainda não levou à localização de Ágatha e Allan. O menino foi internado no Hospital Geral de Bacabal e está sob cuidados médicos e psicológicos.

Para tentar acelerar a solução do caso, o prefeito de Bacabal, Roberto Costa, anunciou nesta sexta uma recompensa de R$ 20 mil por informações concretas que levem ao paradeiro das duas crianças. A população foi orientada a ligar para o número 181 ou entrar em contato com a coordenação da força-tarefa no município caso tenha qualquer pista. Quem também ofereceu recompensa por informações, foi o delegado regional César Ferro da cidade de Presidente Dutra, onde em um vídeo publicado em suas redes sociais, ele ofereceu R$ 10 mil por informações que levem ao paradeiro das crianças que ainda estão desaparecidas.

A comunidade permanece mobilizada e apreensiva, com buscas intensificadas 24 horas por dia, enquanto as autoridades mantêm a esperança de encontrar as crianças com vida.

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