
As buscas pelos irmãos Ágatha Isabelly, 6 anos, e Allan Michael, 4 anos, desaparecidos desde 4 de janeiro em Bacabal (MA), continuam, mas entram em uma nova fase com uma força-tarefa reduzida e com ênfase na investigação policial, conforme anunciou o secretário de Segurança Pública do Maranhão, Maurício Martins.
Após quase 20 dias de buscas intensivas em áreas de mata e trechos do rio Mearim, sem encontrarem vestígios conclusivos sobre o paradeiro das crianças, as autoridades decidiram ajustar a estratégia operacional. As equipes diminuirão o efetivo usado na varredura extensa de terrenos e aumentarão o foco em diligências investigativas com base em indícios e informações apuradas pela Polícia Civil.
Segundo Martins, a ação em campo não será interrompida, e continuam integrados ao trabalho órgãos como a Polícia Civil do Maranhão, o Exército Brasileiro, a Marinha do Brasil e equipes especializadas com drones para monitoramento de áreas de difícil acesso. A única base mantida será a instalada no quilombo São Sebastião dos Pretos, local onde as crianças foram vistas pela última vez.
O secretário também informou que o inquérito policial já ultrapassa 200 páginas, com depoimentos, laudos e relatórios detalhados da operação. Ele fez um apelo à população para evitar a disseminação de informações falsas, que podem prejudicar o avanço das investigações.
As autoridades reafirmaram que, caso surjam novas pistas ou indícios confiáveis, o trabalho de campo poderá ser ampliado novamente.





















